Lânguida, lenta dose de pavor,
que se espalha ao mínimo toque.
Displicentemente revelada, por querer...
Mãos atadas, olhos vendados, entorpecido pelo
gosto de teu seio...
Pare.
Se sobrevivermos a mais essa noite,
seremos mais donos de nós mesmos
prontos a prestar póstumas homenagens
aos escravos que fomos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário