Não lhe devo, não lhe quero
como o pão que sova
cresce quieto,
e inquieto em sua agonia
de ficar grande para ir ao fogo...
Sempre trago umas ilusões
de pouca valia, e as distribuo
prodigamente, na esperança de
que voltem mais vivas, e vivo
mais de sonho que de vigília,
do encontro a breve despedida
deixa leve a alma,
descomprometida...
Mais valia, sem exame microscópico
do fugaz calor no plexo solar
ao gerar um sorriso e assim
modelar no granito da lembrança
nada mais que nós.
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